Seguindo a linha de músicos que eu gosto de quase tudo, faço hoje o Top 10 da banda americana liderada pelo Adam Duritz. Devo frizar que, muito embora tenha uma das melhores vozes da atualidade, na minha opinião, além de ser um excelente letrista, Adam deveria, definitivamente, cortar aquele cabelo Bob Marley. Não combina com o resto da banda. Enfim. Os julgamentos que aqui cabem são estritamente musicais.
Nesse pensamento, vou listando as melhores 10 músicas do Counting Crows, talvez por nostalgia sentimental e não por qualidade musical, unicamente.
Abrindo a lista, no décimo lugar, relembro os tempos de Shrek 2 e da explosão do hit Accidentally in Love. A música é animada pra cacete, dá vontade de dançar e faz sentir borboletas no estômago quando a gente está apaixonado. Eu sempre sinto.
Indo adiante, nona colocação, saindo diretamente do segundo CD, Recovering The Satellites, uma canção quase auto-ajuda. Have You Seen Me Lately? é uma das músicas mais interessantes, em termos de melodia, nesse álbum.
Oitava posição, muito embora tenha um quê de conformismo excessivo, para Raining In Baltimore. Essa música tem o poder de teletransportar a gente pra outro patamar de aceitação das coisas.
Quem faturou o sétimo lugar foi Einstein on the Beach. A canção nunca teve aspirações de popularidade e foi lançada praticamente como um lado B da banda. No entanto, ela ganhou fama e caiu nos braços do público. Não foi à toa.
Sexta colocação, por toda a carga emocional que essa música traz pra mim, I Wish I was a Girl. Com mordidas na orelha e iPod no cruzeiro até acabar a bateria.
Vamos, pois, ao quinto lugar desse top 10 emotivo. A música que embalou milhares de pessoas recém terminadas em um relacionamento; a canção que fez o favor de descrever a despedida em um grande táxi amarelo – que não existem em BH. Big Yellow Taxi é a bola da vez.
Para todos os que sofrem com os problemas da auto estima e que, repentinamente, percebem que o broto fitava você, mesmo. Para todos aqueles que paqueram mais de uma presa ao mesmo tempo. Quarta posição ficou com Mr. Jones.
Iniciemos, pois, o pódio. Quem recebe a terceira colocação e um prêmio de vivas e salves, foi Anna Begins. Apesar de ter um nome ingrato, a música inspirou e embalou alguns dos momentos mais importantes da minha vida. She can’t stop shaking, and I can’t stop touching her.
O prêmio do segundo lugar ficou com A Long December. E cada ano tem sido melhor que o anterior, no que concerne os dezembros.
Medalha de ouro ficou com a música preferida do meu casamento de almas, a canção que me faz ficar acordada até muito, muito, muito tarde – e ninguém faz a gente esperar. Round Here.
Einstein on the Beach